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Gabriel Novis Neves
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Segunda, 09 de março de 2015, 09h08

Corte na folha

"Estado demite 1.5 mil servidores e deve economizar R$ 50 milhões em salários" - é a manchete de um famoso site de Cuiabá.
Aliás, esses títulos já se tornaram rotinas, e é o maior programa de governo que temos atualmente.
Conceito de economia é descobrir alternativas tecnológicas e científicas para aumentar as nossas fontes de rendas com mais eficiência e produtividade.
Ampliar postos de trabalhos, arrecadar mais impostos e fiscalizar corretamente a sua utilização.
Executar programas de desenvolvimento do Estado baseado na demissão temporária de alguns servidores comissionados é perda tempo ou demonstração de falta de rumo por carência de recursos financeiros.
Sabemos que aos poucos esses comissionados dispensados voltarão, e aí é que a porca torce o rabo.
Sem financiamento próprio para as obras essenciais, e que não podem mais esperar, a tendência é o agravamento da nossa já difícil situação.
A nossa saúde pública está totalmente desmantelada sem perspectiva imediata de melhora, já que dependemos de repasses do governo federal que, por sua vez, não anda bem nesse quesito (recursos).
Educação, fator essencial ao nosso desenvolvimento, está sucateada, colocando nosso país distante das nações desenvolvidas e emergentes.
As estradas, quase intransitáveis, dificultam a saída das nossas riquezas, tornando-as pouco competitivas nos mercados nacional e internacional.
A violência está em patamares insuportáveis com a nova modalidade da "bala perdida" apavorando os turistas, principalmente.
A corrupção está infiltrada, tal metástase cancerosa, em todos os órgãos públicos e sem remédio até o momento.
E a briosa população trabalhadora a tudo assiste, pagando impostos exorbitantes e recebendo em serviços públicos pequenas migalhas.
O populismo ora implantado como modelo político é o marketing da ilusão, prática essa condenada em todos os países civilizados.
Humildade, trabalho e discrição são peças obsoletas atualmente.
Frases de efeito sem nenhuma sustentação prática mantém o governo nas mídias.
Dificuldades sempre existiram nas administrações públicas.
Administrar com recursos um bom programa de computador resolve.
O importante é construir algo do caos. 

Gabriel Novis Neves é mèdico em Cuiabá e ex-reitor da UFMT
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