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Quarta, 11 de agosto de 2010, 12h39
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'A Mistura' de Nilson Pimenta em exposição no Morro da Caixa D´Água Velha


A exposição “A mistura”, do artista plástico Nilson Pimenta, do Museu de Artes e Cultura Popular (MACP) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), será aberta amanhã (12), às 19h30, no museu do Morro da Caixa D´Água Velha. A exposição reúne 25 telas, que ficarão expostas até o dia 29 de agosto. Com pinceladas soltas e muito à vontade, ele traz a abstração para dentro do primitivismo. Esse novo trabalho é resultado de pesquisas realizadas pelo artista plástico nos últimos oito anos.

Nilson Pimenta nasceu em Caravelas, Bahia, mas sua vida e sua arte estão ligadas a Mato Grosso, para onde se mudou quando tinha apenas seis anos de idade. Começou a desenhar com lápis de cor em 1978, passando para as tintas em 1980. Em mais de 30 anos de carreira, coleciona mais de 20 prêmios em salões de artes nacionais e já participou de exposições em vários Estados do Brasil e no exterior.

No dia 19 de agosto, o artista plástico receberá uma homenagem especial na Bienal do Sesc Piracicaba (Bienal Naïfs do Brasil). O artista plástico Valques Rodrigues, filho de Nilson Pimenta, também foi classificado para essa exposição.

Bienal Naïfs - Em sua 10ª edição, a Bienal Naïfs do Brasil apresenta 111 obras, de 80 artistas, selecionadas pelo júri – Geraldo Edson de Andrade, Ricardo Amadasi e Vilma Eid – que privilegiam a poética do popular e suas possíveis significações, valorizando as representações que caracterizam aspectos naïfs. Os trabalhos ficarão expostos de 19 de agosto a 12 de dezembro.

A Bienal originou-se das mostras anuais realizadas pelo SESC Piracicaba, no período de 1986 a 1991, sempre com o propósito primordial de valorizar e divulgar essa vertente artística fortemente marcada por elementos que caracterizam a cultura popular brasileira. A continuidade desse trabalho tornou a Bienal Naïfs do Brasil uma referência para todos aqueles que possuem algum vínculo com esse estilo de arte – artistas, pesquisadores, colecionadores e galeristas – além de educadores e estudantes, que ampliam seus conhecimentos por meio de um trabalho integrado de arte-educação. Neste ano, a Bienal Naïfs pretende preservar este território fértil de ideias, rico em produção, difundindo assim a diversidade cultural do povo brasileiro.
 


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