"Um por Dia: "A ingratidão é filha da soberba." (Miguel de Cervantes)
Eureka - Numa coletiva realizada na manhã de hoje no Palácio Paiaguás, o governo de Mato Grosso anunciou a descoberta de uma jazida de minérios com 11,5 bilhões de toneladas, rica principalmente em potásio e fosfato, utilizados na produção agrícola, o que deverá diminuir os custos com a produção de alimentos em Mato Grosso.
Destaque - O governador Silval Barbosa (PMDB), candidato a reeleição, como não poderia deixar de ser, foi a peça principal do evento do anúncio. Também falou o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia de Mato Grosso, Pedro Nadaf, cujo conteúdo de informação nos releases distribuidos foi citado com certo destaque.
Méritos - Mas por trás disso tudo ao que se sabe, há uma empresa chamada Metamat (Companhia Mato-Grossense de Mineração) muito desprestigiada em governos passados e que na gestão do ex-recente-governador Blairo Maggi (PR) ganhou fôlego e alcançou méritos.
Projeção - Recentemente a Metamat em parceria com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) realizaram o Fórum Brasileiro do Processo Kimberley, no Centro de Eventos do Pantanal, para discutir a certificação de diamantes produzidos no Estado que é um dos maiores produtores do Brasil, dando enfoque ao setor no mercado mundial.
Minguado - Ontem, pelo que se viu - inclusive por Pedro Nadaf - a Metamat foi pouco reconhecida se se considerar o tamanho do boom de marketing que Mato Grosso ganha nesse momento. A fala de um especialista para contribuir nas informações tecnicas aos jornalistas mereceria mais e, principalmente, a valorização humana daqueles que compõem a Companhia. Tá certo que a empresa é vinculada a Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia - SICME, mas não se pode esquecer que forma o tripé.
Expectativa - Segundo uma matéria veiculada em 2006 (mais precisamente no dia 10 de Março), a Metamat destacava que Mato Grosso possuia potencial para abastecer os principais mercados do mundo por décadas com rochas calcárias e fosfatadas, utilizadas como insumos agrícolas, além de alguns metais básicos, como cobre, ouro, zinco, níquel e granitos.
Projeção - A tese havia sido sustentada pelo presidente da Companhia de Mineração do Estado (Metamat), João Justino Paes de Barros, ao revelar que o governo Blairo Maggi colocava em prática um novo estilo de fomento à atividade mineral em Mato Grosso. Contudo, para chegar-se às jazidas, demandava pesquisa geológica e investimentos corporativos.
Determinação - “Não é o governo que deve realizar os serviços de mineração e, sim, propiciar as informações técnicas necessárias para que as empresas se instalem no local”, argumenta ele, lamentando que, no passado, alguns governos estiveram na ‘contramão da história’. Ele observa que o governo Maggi executa a política locacional: a indústria deve ser montada onde existe potencial mineral, como está ocorrendo em Nova Lacerda (Oeste), em que a exploração do potencial aurífero está gerando emprego e renda para trabalhadores da própria região.
Coerência - Dizia a notícia em 2006 que um dos trabalhos da Metamat, era assegurar que seja compatibilizada a aptidão do meio físico à preservação ambiental e ao desenvolvimento econômico, visando à melhoria da qualidade de vida da população, como forma de munir o Estado de informações sobre as localizações de rochas calcárias e fosfatadas utilizadas, como insumos agrícolas.
Registro - João Justino Paes de Barros explicava há época que a Metamat fomenta, ainda, empresas privadas a pesquisar depósitos de metais básicos, com ênfase para cobre, ouro, zinco, níquel e granitos.
Equilíbrio - Na questão administrativa, o presidente assegurava que a Metamat caminhava para o equilíbrio, recordando que a Companhia de Mineração, em 2003, estava em vias de ser extinta por causa pendência trabalhista ‘estratosférica’ e do descumprimento da atividade fim da empresa, que é o fomento à atividade. Herança - No governo anterior a Blairo Maggi, a Metamat incorporou como ‘herança’ o passivo trabalhista da extinta Companhia de Desenvolvimento do Estado (Codemat), superando R$ 15 milhões. Com austeridade e um raro talento de negociação, em três anos, a diretoria já havia quitado R$ 10 milhões das dívidas, praticamente saneando a empresa, livrando-a do risco de ser liquidada."
Justiça - A reprodução da notícia acima, publicada há quatro anos, talvez mereça ser relembrada em um momento de grandeza como este da descoberta da jazida em Mato Grosso, mas fica certamente a dúvida: ou a Metamat não participou do processo, ou foi injustiçada por alguém do governo. Queira ainda que o jornalista esteja desinformado.
Alberto Romeu/Editor PlantãoNews
Riva, naturalmente
Quarta, 28 de dezembro de 2011
Um por Dia: Ninguém tem o destino do sofrimento. Ele é o resultado da ação negativa, jamais a causa Joanna de Ângelis
De edital em edital a Secretaria Extraordinaria da Copa do Mundo 2014 (Secopa) em Cuiabá vai ganhando tempo. Na prática, o órgão expõe questões relacionada a recursos públicos federais, como no caso do Dnit, cuja verba foi anunciada na semana passada.
Por falar em obras, o local onde o Papa João Paulo II rezou sua missa quando passou por Cuiabá, há exatos 20 anos, foi asfaltado em tempo recorde, coisa raramente vista, com todo serviço de terraplanagem e abertura de ruas.
Várias máquinas do governo do Estado estiveram no local, porém não havia nenhuma placa informando a fonte de recursos, o engenheiro responsável, e muito menos qualquer questão relacionada ao meio ambiente.
O local para melhor se localizar fica ao lado da sede do Sesi Park, no bairro Morada do Ouro 2, e que portanto há uma área de preservação ambiental logo atrás e a impermeabilização do solo nas proximidades mereceria, no mínimo, de um estudo. Se foi feito, não foi divulgado.
Estranho que as obras ocorreram logo após o lançamento das obras de duplicação da avenida que liga o shopping Pantanal ao bairro Carumbé...
Em meio ao momento de festejos de fim de ano quem estava ontem, terça-feira, fazendo compras no Shopping Goiabeiras, era o deputado José Riva (PSD), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Sem segurança, sem assessores. Nem mesmo o seu fiel escudeiro Bonfim foi visto por perto.
José Riva, no guichê de pagamento do estacionamento do shopping.
Riva circulou pelo local, comprou presentes e depois procurou um ponto de pagamento do estacionamento. Pegou fila e enquanto falava ao celular, pagou a taxa cobrada pelo shopping. Ao redor dele, algumas pessoas observavam e algumas até se cutucavam alertando, oh, é o Riva !
Na verdade, o jeito Riva de ser poderia ser estendio a pelo menos a uns dez por cento dos demais deputados, como por exemplo trabalhar desde cedo (o atendimento da agenda começa por volta de 6hs da manhã), retorna as ligações ou mensagens e quase sempre se dirige às pessoas pelo nome.
Piada Pronta
Murilo Domingos acreditava em papai noel...
O olho do dono
Terça, 27 de dezembro de 2011
Um por Dia: ... Mas o que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum: É amar mais ou menos, é sonhar mais ou menos, é ser amigo mais ou menos, é namorar mais ou menos, é ter fé mais ou menos, é acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos. Chico Xavier
O empresário de comunicão João Dorileo Leal, dono do Grupo Gazeta de Comunicação em Mato Grosso, esteve ontem, 26 de dezembro, no Palácio Paiaguás, por volta de 15h00 sede do governo Silval Barbosa. Ele entrou junto com o secretário de Administração, César Zilio, por um acesso exclusivo do secretariado, mas seguiu para a recepção do gabinte do governador.
Dorileo aguardava o secretário de Comunicação, Osmar de Carvalho, que participava de uma entrevista coletiva. Apesar de transitar normalmente pela sede do Palácio, Dorileo não pretendia entrar na sala onde ocorria a coletiva e estavam autoridades e pelo menos uns 20 jornalistas. Decidiu então, observar como estava o ambiente por lá.
Com um histórico de vida dedicado ao trabalho, o comentário entre alguns foi de que, enquanto muitos já estão na praia, o homem está cuidando do cliente mais cobiçado do Estado", prevalecendo aquela do o olho do dono.
Veja as fotos do jornalista Alberto Romeu:
João Dorileo Leal e César Zilio.
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Osmar Carvalho (esq)
Piada Pronta:
O condenado à morte esperava a hora da execução, quando chegou o padre: Meu filho, vim trazer a palavra de Deus para você. Perda de tempo, seu padre. Daqui a pouco vou falar com Ele, pessoalmente. Algum recado?
romeu@plantaonews.com.br
Madureira: tiro no pé
Segunda, 26 de dezembro de 2011
Um por Dia: O Natal não é uma data... É um estado da mente Mary Ellen Chase
Durante a semana que passou a prefeitura de Várzea Grande tratou de retirar faixas de propaganda instaladas na praça em frente a loja da Todimo, na avenida Couto Magalhães.
Foi - pelo que populares acompanharam - uma guerra travada para se evitar que um enfeite com uma mensagem de Ano Novo fosse prejudicado, já que as faixas tomavam justamente a frente do adorno.
Sem se importar com questões óbvias, o vereador João Madureira, mandou afixar uma faixa em frente ao luminoso, numa total falta de respeito com a prefeitura - que teve a iniciativa em instalar a mensagem, e com o cidadão, principalmente, o qual era o destinatário da mensagem.
Oportunismo, falta de respeito com o cidadão, uso de logradouro público com iniciativa do vereador João Madureira, de Várzea Grande, ao mandar afixar faixa em frente a mensagem de Ano Novo instalada pela prefeitura. (foto enviada por leitor)
Muitas pessoas, com familiares, que se postavam em frente ao painel para fotos, que guardariam na lembrança, tiveram que "engolir" por tabela a "mensagem" do vereador João Madureira.
Madureira ainda afixou faixas em outros pontos da cidade, como no trevinho da avenida Couto Magalhães com avenida Júlio Campos - o que é também uso de logradouro público e acabava por prejudicar a direção de motoristas, por tirar a atenção próximo do semáforo.
Piada Pronta:
Próximo ao natal, Joãozinho resolveu escrever uma carta para o papai noel pedindo uma bicicleta.
- Papai noel, fui um ótimo garoto este ano, ajudei meu pai, minha mãe e até meu irmãozinho, quero uma bicicleta.
Então parou e pensou:
- Ele não vai acreditar, vou refazer a carta.
- Papai noel, sei que não fui muito bom este ano, mas acho que ainda mereço uma bicicleta.
Não satisfeito, ele joga a carta fora, vai até o presépio pega a imagem de Maria,
coloca dentro do sapato e escreve a seguinte carta:
- Jesus, estou com a sua mãe, se quiser vê-la de novo, mande o papai noel me dar uma bicicleta.
PF de recesso
Sexta, 16 de dezembro de 2011
Um por Dia: "Aquilo que se consegue com desonestidade não serve de nada." Rei Salomão
A Polícia Federalem Mato Grosso enviou nota informando que entrará em recesso no período de 19 de dezembro de 2011 - segunda-feira próxima - a 26 de janeiro de 2012.
Calma galera, só vão estar de férias os servidores da Assessoria de Comunicação da Polícia Federal, que por sinal esse ano teve muito trabalho.
O trânsito na região dos dois maiores shoppings de Cuiabá está o caos. O período de compras para as festas de final de ano certamente é o maior culpado, mas a falta de vontade, interesse e responsabilidade por parte de engenheiros da prefeitura e inércia política do prefeito Francisco Galindo pesa muito mais. No caso do Shopping Três América a prefeitura já deveria ter acordado e transformar a Av. Brasilia em um binário. Assim, quem vem da avenida da Brahma (eternamente) sairia na Fernando Corrêa e pouparia o transtorno.
E do Pantanal, a principal entrada de acesso ao shopping, na av. do CPA, é um caos. Aliás, os acessos todos são um caos. Mais parece a musica do Mamonas Assassinas. Ninguém entra em lugar algum.
Mas aquela que é tida como principal, deveria na verdade ser remanejada para rua que hoje é sentido Bairro Terra Nova/Av. do CPA. Com isso, quem mora na rua teria facilidade de acesso e quem fosse entrar no shopping não atrapalharia o trânsito na avenida do CPA.
É irresponsabilidade demais. Quem sai do Shopping Pantanal e pretender vir para o centro de Cuiabá está ferrado. Se segue pelo conjunto Terra Nova e busca acesso pela avenida do CPA acaba voltando para fazer o retorno a menos de 200 metros do shopping pela avenida do CPA, em frente ao Supermercado Comper. Ou seja: o idiolta que fez aquilo... deixa pra lá... essa coluna é lida por menores de idade.
A @#*&+ disso tudo (acabei de chegar de lá e fui pagar uma conta na lotérica) é que os Amarelinhos e agora os PM's não fazem (vetado) nenhuma se não for multar motoristas. E com a maior malandragem ainda se escondem na praça em frente ao shopping. Quando não há pedestre e o semáforo está fechado para o motorista, nada fazem para melhorar. Alguém precisa agir e resolver alguma coisa! Senão os cardiologista ficarão milionários em Cuiabá.
Piada Pronta
Por que é que as mulheres não podem ser eletricistas?
-Porque demoram 9 meses para dar a luz!
Jayme X Taborelli
Quinta, 15 de dezembro de 2011
Um por Dia: "Então não me conte. Se você, que é o dono do segredo, não consegue guardá-lo, imagine eu." Tancredo Neves
A queda do coronel Pery Taborelli do Comando Regional II, em Várzea Grande, pode ter sido por um ponto crucial, até agora mantido em segredo.
"Turrão" as vezes, mas certamente agradando uns e descontentando outros na sua forma de agir, o que contribuiu para a queda de criminalidade em Várzea Grande, a saída de Taborelli do posto pode ter sido pelo fato do mesmo ter ido, pessoalmente, impor ordem na festa de casamento de Michelli da filha do senador Jayme Campos,
A festa, realizada na residencia do ex-prefeito e ex-governador no bairro Ipase, teve a participação do cantor Latino, e o som no evento rolou de tudo para agradar a todos os gostos de aproximadamente 800 convidados.
Ocorre que o som alto resultou em reclamações por parte de centenas de moradores "vizinhos" de Jayme Campos e o coronel Taborelli fez a sua vez, comparecendo ao local informando dos reclames e pedindo a gentil colaboração do pai da noiva para baixar o som.
Conta uma fonte do PlantãoNews que o pai da noiva ficou irado com a conduta do Oficial e achou portanto um desaforo o "pedido". A fonte não detalhou se o som foi abaixado ou não, mas frisou que Jayme teria dito que "se você [Taborelli] não for exonerado do Comando, eu não me chamo Jayme Campos". E deu no que deu.
Por sua vez, o comandante geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Osmar Lino Farias, sobre substituição de Taborelli pelo tenente coronel Wilquerson Felizardo Sandes (no dia 1 de dezembro), afirmou que havia tirado "um peso das minhas costas".
O deputado Gilmar Fabris, de Mato Grosso, foi capa durante todo o dia de ontem, e de hoje, no site do EPTV, emissora da Rede Globo em Ribeirão Preto, São Paulo, onde o apartamento do parlamentar foi alvo de ação de busca e apreensão por policiais civis de Mato Grosso. O caso envolve a Operação Cartas Marcadas. Em vários momentos, o site estampava a foto de Gilmar Fabris.