» mais
Né !

Organizando a farra

Terça, 22 de maio de 2018

O número de ações trabalhistas ajuizadas no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 9ª Região (Paraná) caiu pela metade (49%) nos primeiros quatro meses desse ano em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a desembargadora Marlene Fuverki Suguimatsu, presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Paraná, houve uma "corrida" para o ajuizamento de ações trabalhistas na primeira semana de novembro de 2017, antes da entrada em vigor da Reforma Trabalhista.

Só no período de 4 a 10 de novembro, o tribunal recebeu 21 mil novos casos. Após esse período, o número de ações ajuizadas caiu drasticamente. No mês de dezembro de 2017, foram recebidos 2.648 novos casos, contra 11.464 em 2016, uma diferença de quase 77%.

As informações são do jornal Folha de Londrina 

Faz a obrigação, mas que melhore o atendimento.

Quinta, 17 de maio de 2018

Cena cotidiana: O cidadão liga na empresa Energisa (que explora o fornecimento de energia elétrica em Mato Grosso) e enfrenta o seguinte: ao informar o número do protocolo é falado numa velocidade que não é possível anotar. E não repetem, para desespero do cliente. 

A funcionária (e também ocorre com funcionáriOs) que atende com voz de sono e pronunciando o nome que não dá pra se saber o que falou, pergunta ao cliente o que pode ajudar.
 


O cidadão pede uma informação e ato seguinte a 'soneca' afirma que o no momento o sistema está fora do ar e pede para o cliente ligar dentro de trinta minutos. E na lata deseja bom dia e desliga o telefone.

Quem convive (e é obrigado a isso) a tratar de questões com a Energisa enfrenta esse tipo de 'qualidade" no atendimento. E o mais desumano é que milhões de pessoas (inclusivo idosos!!!) enfrentam esse tipo de 'tratamento', nas regiões em que a empresa explora: Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraná e São Paulo

Em que pese a empresa esteja realizando melhorias no sistema de estrutura e distribuição de energia (o que não é mais que sua obrigação) a Energia precisa melhorar o seu setor de call center, a começar exigir que seus funcionários pronunciem as palavras de forma correta e interpretativa - indiferente de qual região estão baseados.

E ainda que faça uma campanha buscando informações da qualidade do atendimento dos seus serviços e o que a empresa pode melhorar e corrigir falhas. Afinal, o cliente vai estar alí, fixado em um endereço, uma unidade consumidora, um cpf ou um cnpj. E a empresa prevalecendo do seu poder em suspender o fornecimento de energia sem qualquer cordialidade ou consideração ao cliente.  Que a Energisa faça valer o que se propõe, verdadeiramente, ao menos como forma de alento ao alto preço do 'produto' intermediado por ela. 

 

Roubado carro de jornalista

Quarta, 16 de maio de 2018

A jornalista Tassia Maciel, de Cuiabá, foi roubada na porta de sua casa no início da noite de hoje.

Levaram o seu carro, um C3 branco, placa QQC6761, um aparelho celular e todos os documentos.

A vítima pede ajuda para localizar seus bens e os documentos. 

 

Unic: descaso e impunidade

Terça, 08 de maio de 2018

Se não fosse [a dedicação] dos professores os alunos da Unic (Universidade de Cuiabá) não teriam ganhos, pois se contasse com termos de infraestrutura e/ou material de estudo (livros e computadores) seria um caos.

- Vários cursos tem aula online que sequer os professores respondem quando tem dúvidas. Lamentávelmente é muito descaso descanso por parte da instituição.

- Os livros estão desatualizados e quando chega um livo novo - no máximo 3 a 4 exemplares - nas semanas que antecedem as provas, a situação vira um verdadeiro 'Deus nos acuda' pra achar algum livro. E alerta: a biblioteca do curso de Direito vive trancada.

O desabafo é de um aluno de Direito da Unic que afirma que a situação está tomando conta de todos os cursos.

Por outro lado o estudante disse que esteve na Unemat (Universidade Estadual de Mato Grosso) e ficou surpreso com a diferença. 

É (lógico, diz ele) uma proporção menor, mas existem livros, e atualizados. Uma estrutura satisfatória da biblioteca o que contribui com a qualidade do ensinamento.

O problema do descaso da Unic para com os alunos tem sido tema de discussão pública e matérias jornalísticas, contudo nenhuma instituição (OAB, MPF, MP ou Ministério da Educação) tomam providência - apesar de fiscalizadoras que são.

Com isso a instituição segue na impunidade. Talvez os orgãos fiscalizadores estejam confortavelmente esperando que os alunos coloquem a cara a tapa pra denunciar o obvio. E, depois, serem alvos de retaliações... 

Em sua página na internet a Universidade de Cuiabá afirma que "diferentes propostas surgem e ainda há muito a ser feito. Novos desafios, novas responsabilidades, mas com a missão: "melhorar a vida das pessoas através da Educação Superior responsável". O que, pelo visto, não condiz com o anseio e necessidade dos estudantes.

Guincho só em blitze?

Quinta, 03 de maio de 2018

Com o título "Desabafo de um cuiabano', o cidadão Giunchiglio Bello Junior, narrou há pouco em um grupo de WhatsApp de Cuiabá, que há várias horas havia um veículo à frente do portão da garagem da sua casa e recorreu então ao 190 solicitando atendimento da Polícia Militar de Mato Grosso para 'desobstruir' o local. 
 

Cidadão questiona uso de guincho somente em blitze

Conta ele que enviaram uma viatura para o atender, contudo para retirar o carro seria necessário um guincho. Foi informado de que a polícia não tem mais guincho.

Recorreu então via telefone à Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá que, por sua vez, também informou que o órgão também não tem um guincho para esses casos.

Indignado o cidadão questiona: Quem tem a responsabilidade de cuidar do trânsito? Cadê as Autoridades competentes que constituem essas leis?

E, de fato na bronca, cobra do secretário Antenor Figueiredo (Semob), do Cmtes Geral da Polícia Militar, do prefeito e até do Governador [ou sei lá de quem é de direito] uma resposta e providência.

Assim como toda a população fecha a postagem desabafando: "Será que esses guinchos terceirizados só funcionam nas blitze?

"Estou horrorizado com uma simples situação dessa, uma capital do Estado não tem um guincho para atender a PM ou o setor de trânsito" - conclui, assinando Giunchiglio Bello Junior.

Por falar em agentes de trânsito em Cuiabá, os Amarelinhos, alguém de direito deve estabelecer a atuação desses servidores em horários efetivamente necessários, como no final do dia, onde a população deixa o comércio e se desloca para suas casas ou escolas.

O que se sabe é que praticamente todos trabalham somente no horário comercial até 17h00, ou no máximo 18h00 já que estudam (um grande número em curso de Direito) e, com isso a população não tem atendimento dos controladores de trânsito.

Havendo um planejamento melhor, muitos locais de estrangulamento poderiam contar com a atuação de um Amarelinho e se evitar os infartantes engarrafamentos em Cuiabá.  

1 - 2 - 3 - 4 - 5

Busca



Enquete

Você concorda com uma candidatura do vice Niuan a deputado estadual?

Não - pois se Emanuel for cassado Cuiabá ficará sem prefeito.
Sim - pois é direito dele como político.
Tanto faz, Mauro Mendes também não teve vice.
  Resultado
Facebook Twitter Google+ RSS
Logo_azado

Plantão News.com.br - 2009 Todos os Direitos Reservados

email:redacao@plantaonews.com.br / Fone: (65) 8431-3114