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Né !

A greve segue; as aulas não

Quarta, 14 de agosto de 2019

Após 75 dias da greve dos professores estaduais em Mato Grosso, hoje retornaram ás aulas. Apesar de terem aceitado o acordo na semana passada.

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Hoje o que se ouviu foi aluno desmotivado dizendo que o que mais se falou na sala de aula foi greve. E greve e futura greve se a situação não melhorar.

Comentários de alunos (de cinco escolas diferentes) a situação foi igual: ao invés de aulas, discursos sobre a greve. E, lógico, de ódio contra o governo Mendes que não cedeu, que não reconheceu.

Seria necessário que o governo coloque um sensor nas escolas para fazer valer o direito do aluno, que vai para a escola para estudar.

O governo já fez bem, via judiciário, proibindo que crianças, menores (estudantes ou não) fossem usados como barricadas nos protestos dos profissionais de Educação.

Agora, o que não se pode é permitir que - conduzidos por sindicalistas radicais - a estrutura do cidadão, sob gestão do Estado, seja usada para tais fins.

O que há de se esperar é que centenas de professores acordem para buscarem seus direitos de forma sensata, via justiça, e se mantenham em salas de aula, promovendo o direito do aluno (e consequentemente seus familiares) em conquistar a educação pedagógica.

Há de se lembrar que Mato Grosso paga um dos melhores pisos do Brasil - melhor que o Paraná. E, em meio a essa crise financeira, tenham sensibilidade e respeito com milhares de vidas humanas que, por ironia do destino, são alunos nas salas de aula em busca de conhecimento dos seus Mestres.

No início do ano o Ministério da Educação informou que o piso salarial do magistério seria reajustado para R$ 2.557,74, a partir de 1º de janeiro de 2019, quando anunciou o reajuste de 4,17%, conforme determinação do artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. O valor corresponde ao vencimento inicial dos profissionais do magistério público da educação básica, com formação de nível médio, modalidade normal, jornada de 40 horas semanais.

O piso salarial foi estabelecido pela Lei nº 11.738 em cumprimento ao que determina a Constituição Federal, no artigo 60, inciso III, alínea “e”, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Pelo dispositivo, o piso salarial profissional nacional do magistério público da educação básica é atualizado, anualmente, no mês de janeiro, a partir de 2009. No parágrafo único do artigo, é definido que essa atualização será calculada utilizando-se o mesmo percentual de crescimento do Valor Anual Mínimo por Aluno (VAA) referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, definido nacionalmente, nos termos da Lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007.

Conforme a legislação vigente, a atualização reflete a variação ocorrida no VAA definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2018, em relação ao valor de 2017. Dessa forma, o cálculo é feito com a variação entre a Portaria Interministerial MEC/MF nº 6, de 26 de dezembro de 2018, com VAA de R$ 3.048,73, e a Portaria Interministerial MEC/MF nº 08, de 29 de novembro de 2017, com VAA de R$ 2.926,56. Com o cômputo, o MEC chegou à variação de 4,17%, que deve ser aplicada ao valor do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) do ano anterior, neste caso em 2018, de R$ 2.455,35.

A metodologia proposta é a de utilizar o percentual de crescimento do VAA, tendo como referência os dois exercícios imediatamente anteriores à data em que a atualização deve ocorrer. A Nota Técnica nº 36/2009, da Advocacia Geral da União, acompanhou esse entendimento.

De acordo com o MEC, esse formato para correção do piso salarial é utilizado desde o ano de 2010. Como até o presente momento não houve alterações expressas na Lei, bem como na forma de cálculo, compreende-se que a metodologia para a constituição do percentual de variação do PSPN está mantida.

Ney Matogrosso em SP dias 16 e 17 de agosto

Sábado, 10 de agosto de 2019

O cantor Ney Matogrosso chega à São Paulo para duas apresentações pra lá de especiais, no Espaço das Américas

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Com a turnê "Bloco na Rua", os fãs podem esperar um repertório diversificado, com figurinos e cenários surpreendentes.

 

Ney Matogorsso é unanimidade por onde quer que passe. E, claro, que em São Paulo não poderia ser diferente. O Espaço das Américas anuncia que dia 16 e 17 de agosto o cantor fará apresentações na casa, mostrando seu mais recente show, "Bloco Na Rua". Os ingressos para esta grande data já estão à venda.

O repertório foi selecionado enquanto Ney excursionava com o show anterior e o seu critério não foi o ineditismo: "Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas", pontua Ney.

O set list revela a diversidade do repertório: "Eu quero é botar meu bloco na rua" (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da turnê, "A Maçã" (Raul Seixas), "Álcool (Bolero Filosófico)", da trilha original do filme "Tatuagem" (DJ Dolores) ,"O Beco", gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e "Mulher Barriguda", do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973 (Solano Trindade/João Ricardo), são algumas das músicas escolhidas por Ney.

O figurino, sempre aguardado com expectativa em se tratando de um show de Ney Matogrosso, foi criado sob medida pelo estilista Lino Villaventura. Luiz Stein assina o cenário, composto por projeções, e Juarez Farinon a luz do espetáculo, com supervisão de Ney. A banda é composta por Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Mauricio Negão (guitarra), Aquiles Moraes (trompete) e Everson Moraes (trombone).

Os ingressos já estão à venda nas bilheterias do Espaço das Américas ou então virtualmente, através do site Ticket 360 (https://goo.gl/xgibPV). Os ingressos variam entre R$ 70,00 e R$ 380,00, com direito a meia entrada.

 

Serviço

Show: Ney Matogrosso no Espaço das Américas
Data: 16 e 17 de agosto de 2019 (sexta e sábado)
Abertura da casa: 20h
Início do show: 22h
Censura: 14 anos
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo - SP)
Capacidade para este evento: 3.126
Acesso para deficientes: sim
Ingressos: Setor Platinum: R$ 380,00 (inteira) e R$ 190,00 (meia) | Setor Azul Premium: R$ 300,00 (inteira) e R$ 150,00 (meia) | Setor Azul: R$ 260,00 (inteira) e R$ 130,00 (meia) | Setor A, B, C e D: R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia) | Setor E, F, G e H: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | Setor I, J e K: R$ 140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia).
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h - sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site Ticket 360 (https://goo.gl/xgibPV)
Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de CreditoeDebito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.

Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de audio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

 

Imposto imposto por Mauro

Segunda, 05 de agosto de 2019

Numa conversa neste domingo com três pessoas da área rural de Cotriguaçú, São José do Quatro Marcos e Tapurah (um do setor de vendas de implementos agrícolas), o discurso era unificado sobre os impostos IMPOSTOS pelo governador Mauro Mendes, e com a anuência da assembleia de Mato Grosso. 
 

Assessoria
Mauro Mendes e Eduardo Botelho - presidente da Assembleia.

Dentre outras empresas falou-se sobre a instalação da Fendt em Sorriso (coisa divulgada em maio passado) de onde se levantou um alerta: é capaz de a empresa não vir por conta dos impostos.

O trio fazia relação com o pacote governamental de Mato Grosso que prevê aumentos em vários setores, afetando principalmente o agro, passando pelo Fethab (Fundo de Transporte e Habitação), a fragilização da Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Assistência e Extensão Rural) e também da MT Fomento - antes previstas para extinção. 

Decorridos seis meses sem cortes expressivos ou redução de custos da máquina, o governo faz nova maquiagem e anuncia novamente para no prazo de seis meses reduzir folhade pagamentos e despesas de secretarias - o que vai culminar com dezembro.

A indignação do grupo (e de toda a sociedade que ainda produz em Mato Grosso) é quanto a 'felicidade' dos parlamentares quanto o anúncio de critérios para o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores do Poder Executivo, muito diferente da realidade da iniciativa privada.

 

 

Deputado, Pateta...

Terça, 16 de julho de 2019

Uma foto publicada na página "Copa Inter Bairros de Futebol Society Novo Horizonte" no Facebook depõe contra a imagem do deputado Elizeu Nascimento, adverte a coluna Nó de Cachorro, do jornal eletrônico Hipernotícias


Reprodução do Hipernotícias


Na foto (diz a nota), o deputado e seu irmão, Cezinha Nascimento - que é pré-candidato a vereador em Cuiabá ano que vem -, aparecem ao lado de Welligton Ferreira da Silva, 25 anos, preso esta semana pela participação num dos crimes mais brutais de 2018 em Mato Grosso: a decaptação filmada de dois homens suspeitos de terem assassinado uma jovem grávida.

Alcunhado de "Pateta", Welington seria um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho em Cuiabá.

Na foto, Pateta aparece vestido com a camisa de seu time de futebol amador patrocinado por Cezinha, logo após receber um troféu das mãos do deputado.

Antes de ser deputado, Elizeu Nascimento era sargento da Polícia Militar e líder comunitário da região do Três Barras, em Cuiabá, região de atuação de Pateta.

 

Pateta, após ser preso pela Polícia

 

 

Polícia Civil prende 'Pateta' pela morte de homens decapitados


Deputados sem cinto

Quinta, 06 de junho de 2019

O deputado estadual #Max Russi passava há pouco na avenida Miguel Sutil, em frente ao supermercados Comper (bairro Consil), em Cuiabá, em uma caminhonete que era dirigida - certamente - pelo seu motorista da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Até ai tudo bem e, em meio a reclame geral da Nação sobre mordomias para políticos, o parlamentar, confortavelmente sentado no lado do carona, não utilizava o exigível cinto de segurança. Como estava no banco da frente da camionete, o perigo era iminente.

O flagra foi de um cidadão que, sob o sol cuiabano, aguardava a abertura do semáforo de pedestres. 

Aliás quem era não está 'nem ai' para o uso de cinto de segurança é o ex-deputado Mauro Savi. Ele era visto dirigindo a camionete da Assembleia Legislativa e sequer se importava em dar exemplo.

 

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