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Caneta

Segunda, 17 de julho de 2006

Uma por dia: Resignação não dura a vida inteira

Opinião
No Choppão, sexta-feira, uma mesa discutia quem herdaria o peso político de Dante de Oliveira - morto de forma surpreendente depois de entrar pedindo votos em um hospital de Cuiabá.

Nem tanto
A unanimidade era de que Thelma de Oliveira, mulher de Dante, não teria o peso suficiente para tanto, já que sua representatividade como deputada federal ficou aquém do esperado.

Órfão
Para outros, caberia a Antero Paes de Barros ocupar o espaço. Porém, a opinião também é de que Anterinho foi sempre sobra de Dante e agora estaria, portanto, órfão do seu lider maior.

Abusos
Um policial de trânsito, a paisana, depois de circular pela Praça Popular, onde reúne os bons bares frequentados pela alta sociedade, desabafou reclamando de carros estacionados sobre as calçadas próximas do local.

Comodidade
Com razão e coro seguido por quem mora na região, muitos frequentadores da região não buscam estacionar seus veículos longe do local. Nem tão longe assim...

Caneta
Na linha de tiro ficam os donos dos estabelecimentos que levam a culpa, de graça, já que se cuidar de bar já é difícil, coordenar o estacionamento seria impossível. E cabe a cada um o bom senso. Ou a PM aplicar a caneta!

r.o.d.a.p.é
Não caiu nada bem a decisão do prefeito Wilson Santos em querer mudar o nome do Palácio Alencastro e da avenida Mato Grosso para Dante de Oliveira. Com razão, a família do primeiro homenageado reclamou em tempo. No caso da Mato Grosso a questão é mais ampla, pois muitos comerciantes terão que fazer alterações na Junta Comercial, na Receita Federal, na prefeitura e por ai afora. Como é cômodo para quem está atrás da mesa dos órgãos públicos, isso é mole!!!

Na pele

Sexta, 14 de julho de 2006

Uma por dia: Pra que serve espingarda de 2 canos? Pra matar dupla sertaneja!!!

Canetaço
A decisão do juiz Alexandre Ferreira Mendes Neto, da 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública, em autorizar a realização da Expoagro (42ª feira agropecuária de Cuiabá), contrariando posição do Ministério Público Estadual que emitiu parecer afirmando não existir condições do evento, por questões de segurança, abre uma excelente oportunidade para discutir posições manifestadas pelo MPE.

E agora?
Como todos sabem, o Ministério Público Estadual tem ocupado espaços na mídia apontando falhas e irregularidades em quase todo tipo de coisa, mas praticamente em todas as vezes não se faz presente para in loco, avaliar o quadro.

Na pele
No comodo papel de acusador, o Ministério Público tem sempre causado situações antagônicas, a exemplo do caso Expoagro. Dizer, simplesmente, que a feira não pode ser realizada é, no mínimo, uma estupidez, ante a todos os investimentos dos empresários, dos expositores, prejudicando a população.


Dormiu
Seria sensato, talvez, ter acompanhado com antecedência de 60 dias os trabalhos e, então, ter apontado quais caminhos a se seguir, que pudessem viabilizar a realização do evento, em condições de segurança para a população.


Nem tudo
É uma pena que situações como essa venham atingir a imagem do Ministério Público de Mato Grosso que tem prestado seu papel em situações importantes.

Help
Ontem um caminhão carregado com álcool hidratado estacionado na rua Manoel Leopoldino chamou a atenção de um morador, ao verificar que o produto vazava pelo cano de abastecimento. O Corpo de Bombeiros já estava prestes a ser chamado quando o motorista apareceu, saindo de uma casa onde funciona um escritório.

Outros tempos
O ex-prefeito de Várzea Grande, Jaime Campos, deve estar rindo à toa coma greve promovida pelos servidores do minicípio que reclamam do atual, Murilo Domingos, por cortes em folha de pagamento e outras irregularidades.

Marketing
É que a cidade sempre fez propaganda como a que mais paga salário em dia e valoriza o servidor.

r.o.d.a.p.é
É uma pena que o Hospital Municipal de Chapada dos Guimarães seja utilizado por centenas de jovens que, embriagados, causam despesas e grande movimento na instituição nos dias de eventos, como o Festival de Inverno.

Linear

Quarta, 24 de maio de 2006

Uma por dia: Eu caminho devagar, mas nunca para trás. Abraão Lincon

Culpado
Entrevistado ontem a noite no programa Terceiro Mundo, da TV Record - do Grupo Gazeta de Comunicação - o secretário de Indústria e Comércio, Alexandre Furlan, assumiu, diversas vezes, que a carga tributária em Mato Grosso é alta.

Sem solução
Advindo do setor empresarial, mais especificamente industrial, Furlan tentou amenizar dizendo que no momento atual o setor não tem como reduzir impostos, diante da crise do agronegócio, que por extensão afeta os demais setores econômicos do Estado.

O outro
Tentou, de certa forma, tranferir a culpa para o governo federal, contudo não conseguiu se explicar quando perguntado se o impacto dos impostos seriam reduzido em Mato Grosso, como garantiu o governador Blairo Maggi.

Vala comum
Por sua vez o presidente da Fiemt, Nereu Pasini engrossou o discurso e criticou as ações de prisão pela Polícia Federal - dentre elas a operação Curupira - de empresários honestos. Assumiu, também, que há desonestos no setor, mas muitos foram atingidos sem dever.

Linear
Na opinião de alguns faltou ao programa colocar um equilíbrio na pauta, o que poderia ocorrer colocando um representante do setor trabalhador ou de consumo, ou nada melhor que o secretário de Fazenda, Waldir Júlio Teis.

Diferente
Mas o frio provocou uma limpeza ontem nas ruas da cidade. Entre 22hs e 23hs muitos bares já estavam vazios.

Aberto
O próprio Getúlio - na avenida Getúlio Vargas - já estava com fechado às 23h00, já que praticamente dispõe de muita área externa.

Da vez
Levou sorte desta vez o Café Cancun e o Choppão. Este, por sua vez, concorridíssimo pelo seu tradicional escaldado. E lógico, o atendimento mais simpático da cidade.

Ufa!
Segundo donos de madeireiras em Cuiabá, o movimento das empresas do setor estão retomando as vendas. Já respiram com condições de fazer planos, depois da operação Curupira que prendeu madeireiros, servidores públicos estaduais e federais, além de atravessadores. Ah, e também quem não tinha culpa no cartório.

r.o.d.a.p.é
Como fica a situação de um importante presidente de entidade de classe ao se beneficiar de terras do governo, via Intermat?

Cafuné

Sexta, 19 de maio de 2006

Uma por dia: A frase: depois não diga que eu não te avisei nunca vem após uma notícia boa.

Palanque
A crise dos empresários do setor agrícola em Mato Grosso repercurte nacionalmente diante da estratégia dos produtores em queimar colheitadeiras, tratores e fardos de algodão.

Reintegração
Ontem, contudo, as tvs nacionais mostraram a Polícia Rodoviária Federal tentando cumprir mandado de reintegração de posse expedida pelo juiz federal Julier Sebastião da Silva, no sentido de liberar a rodovia para a população.

Acertadíssima
A decisão de Julier é acertadíssima e deveria ser respeitada pelos manifestantes que vergonhosamente afrontaram um ordem judicial e, o que é pior, enfrentaram os policiais rodoviários federais. Diga-se de passagem, estes que cuidam da vida destes produtores e por extensão suas famílias.

Desrespeito
Foram vergonhosas as cenas e humilhante o tratamento dispensado pelos produtores baderneiros que não ficam nem corados em atear fogo em sucatas que não servem para mais nada, a exemplo dos tratores e das colheitadeiras.

Holofotes
O que deveria ser um clamor nacional, resultou-se na verdade numa desrespeitosa orgia de uma seletiva burguesia que num passado bem próximo ostentava luxo, poder e arrogância com suas camionetes última série.

O outro lado
Essa mesma comunidade ainda se esforçando, colocou nas ruas de Cuiabá - também interrompendo o trânsito - uma galera se identificando como filhos de produtores, que na verdade pouco ou nada sabem da cor ou cheiro da terra.

O plantio
Essa mesma galera é useira e vezeira de se mostrar, de igual forma, com suas camionetes poderosas, seus automóveis de luxo na região das faculdades particulares da Grande Cuiabá. Que o digam mais ainda os donos de bares e restaurantes por onde essa turma frequentava - e ainda se esforça para marcar presença.

Cinderela
Cabe agora a revista Veja mostrar novamente o abuso do poder econômico dos sofridos agricultores da região, com vestido de R$ 25 mil e as mansões de se dar inveja.

Condutor
É uma pena que o problema tenha sido conduzido por um cego que, no afã de chamar a atenção da mídia nacional (ao que se sabe, houve desprezo aos jornais e tvs locais, pois nada adiantariam...) abaixou tanto que acabou mostrando a cueca. Ou o fundo dela.

Circo
Sem dúvída, no fundo, existe uma notória jogada política que demonstra o despreparo do montador do circo para defender a categoria.

Quem é quem
Que o setor precisa ser atendido pelo governo não há dúvida, mas esse mesmo Governo tem que ser responsável e avaliar a quem está socorrendo, já que o humilde lavoreiro, que há anos trabalha a terra e seus filhos ocupam escolas públicas (municipais, estaduais, agrícolas e com sorte as faculdades ou universidades) não pode pagar a conta de uma seleta burguesia.

Cafuné !
E, por extensão, na verdade, todos os brasileiros, já que perdão de dívidas, renegociação de débitos, dinheiro para plantio e cafuné como querem os empresários da agricultura de Mato Grosso, a conta vai ter que ser paga por alguém. E esse, o leitor já sabe quem o é!

Frase
Que o fato atual sirva de exemplo para o futuro, principalmente aos cara-pintadas almofadinhas do agronegócio, que aprendam a poupar, que guardem o que ganharam e tenham na mente uma frase verdadeira: dinheiro não aceita desaforo!

r.o.d.a.p.é
Os plantadores de pés de alface de Chapada dos Guimarães saem todos os dias pela manhã para entregar na feira do porto, em Cuiabá, sua produção diária de hortaliças. Geram emprego e renda para centenas de famílias e estão bem, obrigado.

Parceria

Quarta, 17 de maio de 2006

Uma por dia: A frase: depois não diga que eu não te avisei nunca vem após uma notícia boa. Repetida a pedidos.

O Sim
Havendo concordância do governador Blairo Maggi, deverá ter início dentro de 45 dias as obras de asfaltamento do trecho entre Ipiranga do Norte e Sorriso. A informação, é da Associação do Asfalto Sorriso a Ipiranga do Norte (Apasi)

Parceria
Segundo a entidade, a proposta apresentada ao governo refere-se a conclusão de 10,5 quilômetros de asfalto da MT-242 entre as duas cidades. A diretoria da entidade acertou esta semana um acordo de parceria com o prefeito de Ipiranga do Norte, Ilberto Effting.

Valor definido
De acordo com o presidente da Apasi, Adelar Corradi, a conclusão da obra exigirá cerca de R$ 2,7 milhões, R$ 270 mil por quilômetro.

Lembranças
Só sabe da importância dessa obra quem já ficou ilhado, afirma Ademar Corradi, presidente da entidade, enumerando as dificuldades dos produtores, que não tinham condições de escoar a produção de 215 mil hectares de soja, milho e algodão.

Aumento
O prefeito Ilberto Effting diz que a conclusão da pavimentação da rodovia é fundamental para Ipiranga do Norte. “Com as chuvas sempre surgem os atoleiros, que dificultam o trânsito de caminhões. O tráfego também aumentou. São cerca de 400 carretas utilizando diariamente a rodovia durante a safra. Por isso, é muito importante a conclusão da 242 até Ipiranga”.

r.o.d.a.p.é
Não é nenhuma cena de filme do Velho Oeste, mas é sombrio o quadro que se vê na região do micro-distrito industrial de Várzea Grande, nas imediações da Alameda Julio Muller. O que foi entre 1985 e 1992 está muito, muito longe de ser avaliado atualmente. Várias empresas fechadas, prédios abandonados, lixo e pobreza. Várzea Grande, agora, retoma o título de Cidade Dormitório.

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